segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Lacuna Inc.


Todas as vezes que eu disse “eu preciso ser amiga dela”, e me esforcei ao máximo pra conquistar a pessoa, eu quebrei a cara e mais me desapontei do que qualquer outra coisa. Você precisa botar na sua cabeça, Beatriz, que essas amizades não valem a pena!
Olha ao seu redor e olha pra trás: os melhores amigos são aqueles que vêm naturalmente, sem esforço. E obrigada! Obrigada aos que estão comigo. Eu queria entender porque ainda tem tanta coisa que me chateia. Por que tem essa mágoa aqui dentro de mim e uma sensação de missão não cumprida? Eu tenho que me esforçar e continuar me arrastando por gente que ao longo de tantos anos provou que nunca foi minha amiga? Ou o certo é falar tudo o que eu sinto, tipo tudo mesmo, pra uma pessoa que já nem faz mais parte do meu círculo de amigos, da minha vida? Na verdade, eu já nem sei se ainda existem seis graus de separação entre nós...
Por que eu ainda me importo tanto com a sua opinião? Eu queria que você soubesse que eu te admiro. Eu sempre te admirei. E acho que é por isso que eu ainda quero saber o que você diz, o que está fazendo, porque no fundo eu sinto orgulho de você. Mesmo quando me senti mal ao seu lado. (Você vai achar que isso aqui é drama, eu sei)
Eu queria que a Lacuna Inc. realmente existisse e apagasse as coisas que eu disse, as coisas que eu vi e acho que até a maioria dos momentos pelos quais passamos. Eu queria esquecer e deixar pra lá, fingir que tá tudo bem, mas nunca esteve e eu não consigo apenas esquecer.
E por que eu continuo perdendo pra você? Por mais que eu me esforce... Por que eu continuo sendo desprezada? Se eu soubesse, se eu soubesse tudo o que ia ter acontecido, eu teria agido de outra forma. Teria seguido o seu próprio conselho e não teria me envolvido ou criado expectativas ou depositado tanta confiança.
Isso é como eu me sinto e como eu tenho me sentido. E a única coisa que consigo pensar enquanto escrevo é o quanto você vai me odiar (ainda mais) e o quanto isso tudo vai dar motivo pra você falar de mim ou coisa do tipo. Embora não pareça, eu me importo.

Mas deixa pra lá. Nada vai mudar. As coisas não vão voltar aos poucos tempos bons e nem vai mudar o que aconteceu. As suas palavras não vão sair da minha cabeça, assim como as coisas que eu disse não podem ser “desditas”. Mas eu me orgulho e me importo. Tá?

domingo, 21 de setembro de 2014

Sobre as escolhas que preciso fazer (mas não quero)


Se por um lado tem dias que a gente se sente completos e realizados, em outros dá um vazio tão grande, uma sensação de que tá tudo errado e não só com o mundo, mas principalmente com a gente.
Eu nunca fui do tipo de ficar dividida entre as coisas que eu queria. Embora, eu sempre tenha sido uma grande sonhadora, todos os meus sonhos estavam meio que ligados. Então por que de repente tudo mudou? Por que eu quero coisas tão diferentes agora? Por que eu sou obrigada a escolher entre dois caminhos tão opostos?
Tem dias, tipo hoje, que eu acordo certa do caminho que eu preciso escolher; “é isso o que eu tenho que fazer!”, e aí a incerteza bate ou algo me faz pensar que devo optar pela outra decisão.
Por que é que quando a gente cresce tudo fica tão complicado? Ou tudo sempre foi complicado e a gente idealiza a infância como uma coisa boa, quando na verdade não é?
Às vezes eu queria que existissem duas Bias, cada uma pra seguir o caminho que acha que deveria seguir. Na verdade, eu queria mesmo poder sair por aí, fazer o que eu tenho vontade e, quando cansasse, retornar à vida, sem grandes danos. Sem partir corações, sem deixar as pessoas tristes, sem decepcionar ninguém ou criar expectativas.
É clichê, mas o pior é que é algo que só nós mesmos podemos decidir.
O problema é que essa dúvida tá me consumindo de uma maneira que me deixa ainda mais angustiada, do tipo “escolhe agora ou se arrepende pra sempre sem nenhum dos dois!”
Eu não consigo nem escolher a minha roupa de manhã, quem dirá o que ai ser da minha vida daqui pra frente. O negócio é respirar fundo, fechar os olhos e que a vida seja como na canção “partiu e seja o que Deus quiser”.

sábado, 15 de março de 2014

Assisti: Quebrando a Banca


QUEBRANDO A BANCA (21)
ANO: 2008 | DURAÇÃO: 2h03min | CLASSIFICAÇÃO: 14 anos
ONDE ASSISTI: Netflix

SINOPSE:
Ben é estudante que se vê sem dinheiro para pagar a prestigiada faculdade de medicina quando recebe uma proposta tentadora: integrar um grupo de jovens jogares que vão a Las Vegas todos os finais de semana com um esquema infalível de ganhar muito dinheiro nos cassinos.

MINHAS OPINIÕES:
O filme já começa com uma cena maravilhosa mostrando uma ponte e vai se aproximando, até chegar a Ben andando de bicicleta e aí a história começa pra valer. O filme já me ganhou logo por isso: amo filmes vista pras cidades e se tiver um rio, mar ou lago, acho ainda mais lindo.


Na verdade, o visual inteiro é muito bonito e dá vontade de entrar na história e mergulhar em todo aquele luxo dos cassinos e os enormes quarto de ho
téis em que eles ficam hospedados enquanto estão em Vegas.
A história me cativou, talvez, por ser um pouco absurda como em Bling Ring, afinal são um bando de jovens que bolam um jeito de quebrar a banca dos cassinos, apesar de não ser um crime propriamente dito, não é algo recomendável a se fazer (e acho que dispensa comentários explicando, né?). Além disso, o filme também é baseado em fatos reais, apesar de ter mais elementos de ficção que Bling Ring.


É interessante ver as caracterizações dos jovens para se disfarçarem e as técnicas que eles bolaram, eu mesma não me sairia bem em nenhuma das duas coisas... hahahah
O filme é muito bem escrito e produzido, o elenco também não deixa a desejar e não é aquele tipo de longa cansativo, pelo contrário, vai te prender a atenção a todos os fatos.



Ah, vale comentar que a história vai além da questão de jovens americanos aprontando: fala sobre a ganância e, obviamente, até que ponto as pessoas deixam se levar pelo dinheiro. É uma boa pedida pro fim de semana!


quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Assisti: O Labirinto do Fauno


O LABIRINTO DO FAUNO (El Laberinto del Fauno)
ANO: 2006 | DURAÇÃO: 1h52min | CLASSIFICAÇÃO: 16 anos
ONDE ASSISTI: DVD

SINOPSE:
Ophelia é uma menina solitária e sonhadora. Na Espanha de 1944, onde a Guerra Civil oficialmente já havia terminado, ela se muda para um acampamento militar, junto com sua mãe, onde irá conhecer seu padrasto, um temido capitão do exército. Sem muitos amigos, ela começa a passear pelos jardins da propriedade e descobre um mundo mágico.

MINHAS OPINIÕES:
Eu tinha um certo receio de ver esse filme. A primeira vez que ouvi falar dele, pensei que seria um filme de aventura, daqueles cheios de magia e que encantam a gente, sabe? Mas aí, por alguns comentários de pessoas próximas, descobri que era um filme forte e, automaticamente, fiquei com medo.
Apesar de ser um filme premiado (ganhou o Oscar de Melhor Direção de Arte, Melhor Fotografia e Melhor Maquiagem, e ainda foi indicado para Melhor Filme Estrangeiro, Melhor Roteiro Original e Melhor Trilha Sonora, em 2007), eu tinha medo de vê-lo porque sou do tipo que se impressiona fácil, então deixei pra lá. Recentemente fiz um curso em que o professor passou pra gente avaliar a atuação de cada personagem, e foi um pouco difícil no começo, principalmente por causa dessa mania de radialista de querer analisar os detalhes técnicos.


Me arrependi muito de não tê-lo visto antes. O filme é simplesmente incrível e tem uma história linda! Apesar de dar um pouco de medo e realmente ter cenas fortes, o enredo emociona e você vai viver grandes emoções com a Ophelia.
Ao longo do filme, comecei a sentir um pouco de raiva da garota e até acha-la um pouco burra, hahaha e aí levei uma bronca do meu professor, porque ele disse que eu estava pensando com a cabeça de 2014, e não de uma criança de 1944, em um cenário pós-Guerra e aí tá a grande interpretação da Ivana Baquero. Ophelia é uma menina doce e inocente, mas ainda assim muito corajosa e prova isso pra gente ao longo do filme.


Por não ter outras crianças e os empregados estarem ocupados com suas tarefas, Ophelia se arrisca e vai conhecer a propriedade. Ela encontra um labirinto e, uma vez se arriscando lá dentro, conhece o Fauno guardião, que lhe conta que ela é, na verdade, uma princesa fugida do submundo e sua missão é guia-la de volta para casa, mas para isso, ela precisará realizar algumas tarefas.


Simultaneamente à realização de cada missão, o conflito entre militares e rebeldes se agrava, mas Ophelia parece estar longe disso tudo e, de fato, viver em seu mundo mágico. Uma das únicas amigas de Ophelia é a criada Mercedes, uma jovem cozinheira, que lhe diz que sua avó dizia para não confiar nos faunos.


Não é um spoiler, mas o filme já começa com a Ophelia morta e se ela conseguiu retornar ao seu mundo ou não, você só descobre assistindo, e vale a pena para saber e conhecer toda a busca e as aventuras desta garotinha.
A fotografia é simplesmente incrível e eu gostei muito do filme, apesar de não gostar muito de ouvir o sotaque da Espanha... hahaha As partes de efeitos visuais são simplesmente incríveis! Desde as caracterizações dos seres fantásticos até mesmo a representação dos ferimentos dos combatentes.

Ai...

Além disso, é um filme pra pensar: não só nesta parte visual, mas principalmente na história: todo mundo já teve amigos imaginários e já acreditou na fantasia em que vivia, mas até que ponto nossas memórias são reais ou só frutos da nossa imaginação?


quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Assisti: Um Novo Despertar


UM NOVO DESPERTAR (The Beaver)
ANO: 2011 | DURAÇÃO: 1h30min | CLASSIFICAÇÃO: 12 anos
ONDE ASSISTI: Netflix

SINOPSE:
Walter Black sofre de depressão e está tendo problemas para lidar com isso tanto no trabalho, quanto em casa. Mas quando ele é obrigado por sua família a se mudar, encontra um fantoche de castor e vê nele a ajuda que tanto procurava.

MINHAS OPINIÕES:
Com essa sinopse, eu achei que o filme ia ser daqueles bem divertidos e engraçados, afinal, um cara entre 40 e 50 anos que se comunica através de um fantoche de castor só pode ser divertido, mas aí você para pra pensar bem e vê que é meio triste.
O filme é um drama cômico, é claro que existem situações engraçadas e que te fazem rir, mas ainda assim trata de uma doença e de uma pessoa que se recusa a buscar ajuda externa.


Walter Black ganha vida por Mel Gibson. Eu comecei a fazer um curso de interpretação agora nas férias e to gostando muito e este filme veio a calhar com uma das aulas que tive: o professor disse que você estiver lá achando tudo aquilo ridículo, vai parecer ridículo. E é incrível ver como o Mel Gibson se entrega ao papel, sem medo do ridículo, e quão profundo acaba sendo se você prestar atenção pra valer nele.


O roteiro ainda aborda aquele medo dos filhos de se transformarem nos pais. Porter, o filho mais velho de Walter, por exemplo, enumera todos os hábitos que ele tem que são iguais ao do pai e tenta evita-los, mas a gente acaba se dando conta de que não é só uma questão de força de vontade.
Porter faz o trabalho dos colegas e cobra por isso e acaba se envolvendo com Norah (interpretada pela Jennifer Lawrence, que tá super em alta e merece toda a nossa atenção, nesse filme não é diferente), uma aluna exemplar que o contrata para escrever o discurso de formatura, pois não tem nenhuma inspiração. Assim como Walter foge da solução e Porter também o faz, a Norah também tem um problema que a aflige e um modo particular de se libertar, mas não o faz.


Particularmente, eu acho que o filme nos incentiva um pouco a isso, buscar as nossas maneiras de esquecer dos problemas, mas não se deixar render pela depressão.



Bom, a gente sabe que em algum momento o Walter vai precisar se livrar do Castor, mas a solução que ele encontra é bem mais chocante do que você consegue imaginar. E como o título em português sugere, ele encontra o seu novo começo.

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Assisti: A Princesa e o Sapo


A PRINCESA E O SAPO (The Princess and the Frog)
ANO: 2009 | DURAÇÃO: 1h37min | CLASSIFICAÇÃO: Livre
ONDE ASSISTI: Netflix

SINOPSE:
Tiana e seu pai sempre sonharam em abrir um restaurante, mas ele nunca chegou a realizar este sonho. Ela, no entanto, continuou batalhando e trabalhando para realiza-lo, mas em um momento de desespero, acredita na promessa de um sapo que se diz príncipe e, ao beijá-lo, transforma-se numa sapa.

MINHAS OPINIÕES:
Eu sempre morri de vontade de ver esse filme, mas como passou poucas vezes na TV ou já tava pelo meio quando eu ia assistir, acabava deixando pra outro dia. E nessa brincadeira de ir adiando se passaram quase cinco anos desde a estreia. Hoje de manhã, procurando a que filme assistir, vi que entrou no Netflix e foi só amor!
É claro que a história é clichê e você já sabe que os dois vão ficar juntos no final, afinal, é um filme da Disney, e, por sorte, as coisas sempre dão certo nesse mundo mágico. Por mais que a gente saiba que a vida não é desse jeito, é bom acreditar que existe um mundo em que vivemos felizes para sempre, é bom pra fugir um pouquinho das nossas vidas e esquecer os problemas.


A animação tem os traços clássicos, pelo fato da Tiana ser negra, achei legal valorizarem alguns traços dos negros, por exemplo, o nariz mais largo que ela tem, senão seria só mais uma princesa no estilo europeu mais morena. Eu achei legal, também, a história se passar nos Estados Unidos e não ser há 500 anos atrás, com castelos e tudo mais, apesar de eu amar os contos de fadas mais antigos.


Em uma das canções, quando a Tiana está idealizando com a mãe dela o restaurante dos sonhos, o traço do desenho muda e fica bem interessante e bem legal. Talvez não desse certo pra um desenho inteiro, mas poderiam ter mais cenas musicais no mesmo estilo. Essa parte me lembrou um pouco o desenho do Hércules, também, quando as mulherezinhas dançavam e cantavam pra evocar um dos deuses. Ah, deu pra entender?


Também achei essa história meio errada... Hahah, a Charlotte quer casar com o príncipe porque quer ser uma princesa. Ele quer casar com a Charlotte porque precisa de dinheiro. A Tiana se interessa pelo príncipe, e estamos falando de se interessar pela beleza mesmo, apesar da sua melhor amiga querer casar com ele. Acaba sendo um meio que querendo passar a perna no outro, hahahah.

amei muito essa cena

A cena dos vagalumes iluminando a floresta também é incrível e cria um visual espetacular! Todas as cenas, aliás, que contam com os vagalumes ficam bem bonitas na tela. E se tiver a oportunidade de assistir em Full HD, recomendo muito, porque fico lindíssimo na tela! Dá até vontade de entrar na história e viver tudo aquilo com eles.


Prepare os lencinhos, porque os últimos 10 minutos de filme são só lágrimas! Um misto de alegria e tristeza, que só a Disney sabe nos proporcionar. Ainda é uma história muito bonita e cheia de lições.


Deu até saudade de ser criança...

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Assisti: Gatinhas e Gatões


GATINHAS E GATÕES (Sixteen Candles)
ANO: 1984 | DURAÇÃO: 1h32min | CLASSIFICAÇÃO: 14 anos
ONDE ASSISTI: Netflix

SINOPSE:
Samantha havia imaginado um aniversário perfeito de 16 anos, mas, às vésperas do casamento de sua irmã mais velha, todos na sua família parecem se esquecer do seu grande dia.

MINHAS OPINIÕES:
Fala sério, não dá pra botar fé em um filme com esse nome, né? Eu sei. Tudo bem que se fosse “Dezesseis Velas”, provavelmente a gente também não daria muita bola, mas talvez fosse mais condizente com a história.
Eu acho que poucas vezes ri tanto em um filme de adolescente quanto ri nesse. A cena do casamento da Ginny, irmã da Sam, é muito divertida, seja pelo comportamento da noiva ou da família. E quem não tem uma família (ou conhece uma), dessas que enfiam sete pessoas em um carro e partem pra alguma reunião ou uma festa, e todos falam ao mesmo tempo?


O filme foi escrito e dirigido por John Hughes, o mesmo de Clube dos Cinco e Curtindo a Vida Adoidado, além de fazer parte do Brat Pack, que eu já comentei aqui: aqueles filmes estrelados por um grupo de adolescente dos anos 80.
Se vocês seguiram minha dica e assistiram a Clube dos Cinco, vão notar que a parceria entre Molly Ringwald e Anthony Michael Hall se repete aqui. Ela não é exatamente a garota popular, mas não deixa de ser a adolescente mimada e a garotinha do papai, enquanto Anthony vive outro vez o nerd que nunca se quer teve contato com alguma garota.


Esteticamente, não há muitas diferenças entre este filme e Clube dos Cinco as roupas refletem a moda da época e a história se passa no colégio, em boa parte. Uma coisa que eu achei muito legal são algumas piadas feitas sobre tecnologia e que se algum filme do tipo fosse escrito hoje mas que se passasse naquela época, também faria as mesmas piadas, como quando o Ted pergunta à Sam se ela sabe o que é um disquete.


Esses filmes de adolescentes mais antigos são legais justamente pra isso, pra gente comprar e ver quanta coisa mudou nesses últimos 30 anos. (E também pra gente se assustar quando se der conta de que passaram 30 anos e quase nada mudou)
No filme, também, a Sam recebe um questionário de uma das amigas, e me lembrou muito àqueles cadernos de perguntas, sabe? Nossa, eu respondi tantos... E sempre tinha aquele medo que eles caíssem em mãos erradas.



Entre um amor não correspondido, um chato que não larga do seu pé e tendo que lidar com a família esquecendo do seu aniversário de 16 anos (lembre-se que lá nos Estados Unidos, o sweet sixteen é tipo a nossa festa de 15 anos), Sam vai crescer muito mais do que ela imaginava que teria crescido quando se olhasse no espelho. É uma boa dica pras férias!

Ah e fica aí um gostinho da cena do casamento pra vocês!